quarta-feira, 28 de setembro de 2011


(Distância não arruinará um relacionamento, dúvidas sim.)

domingo, 25 de setembro de 2011

Bom vou lá tentar dormir por motivos óbvios (esquecer essa bosta de dia) Beijos

domingo, 18 de setembro de 2011

Alguns dizem que é melhor sair, 
outros garantem que um novo porre acalma, 
eu sempre apostei no sono quem sabe um filme, 
mas dessa vez passaram-se alguns dias 
e eu não achei a solução para acalmar, aliviar, 
ou quem saber mandar embora essa sensação. 
Gostaria que existisse um comprimido azul que acabasse com isso, quando pensei, é tão difícil "encontrar" o amor, 
e de repente gostaria de não sentir. 
Eu disse que não estava preparada para perdas, 
mas, afinal, ninguém perde o que nunca teve...
o domingo vai encurtando e a agustia vai aumentando.

sábado, 17 de setembro de 2011


As pessoas apaixonadas, em geral, se tornam impacientes, perigosas. Perdem o senso de perspectiva. Bukowski

principalmente

...que alguém acorde.

e a minha mãe disse, que a Rita disse...

...E LEMBRE-SE MINHA FILHA: JAMAIS MEDIR A 
PROFUNDIDADE DE UM RIO COM OS PÉS.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

ah esse vício de eternidade que a gente tem...

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

É isso.




Então que depois de alguns dias estou de volta, 
mais serena do que nunca,
porque serenidade nada mais é 
do que a capacidade de estar em paz com os
problemas não resolvidos. 
Viver sem decepçoes ou frustrações é utópico,
mas da pra sofisticar a vida de vez em quando 
e se permitir levá-la sem (grandessustos. 
Cansei de assistir minha vida passar diante de mim sem fazer nada.
Precisava de exclamações e não reticências, 
porque tinha e ainda tem muita coisa errada. 
Eu não vou dizer que estou plenamente satisfeita comigo mesma,
com as coisas e com (pessoas) que me cercam, 
mas recorro à oração da serenidade
para me converncer de que nem tudo depende única 
e exclusivamente de mim.
no mais... consigo pela primeira vez, 
ter a sensação, de que, estamos perto e realmente juntos.
Porque não dava mais para continuarmos sendo apenas qualquer coisa.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011


Qualquer coisa, qualquer coisa que me salvasse do afogamento desta existência trivial, covarde e estúpida.

— Charles Bukowski